A visita virtual começa com um apresentação geral sobre a estrutura que é apresentada pela diretora do Museu, onde relata as várias partes que se divide o mesmo e mostra a sua estrutura e arquitetura moderna. Foi exposta esta visita no dia 04 de abril pelo Prof. Dr. Antônio Lindivaldo Souza, na disiplina de História de Sergipe I. Toda a visita foi dividida em 7 etapas as quais conheceremos apartir de agora.A 1ª etapa começa com a escavação, onde podemos ver os euipamentos utilisados para a recuperação de vestigios contidos no solo, e a forma que eles são encontrados, através de camadas que representa um determinado periodo.
A 2ª etapa pode-se ver as localizações dos sitios arqueológicos e os mapas, mostrando a localização dos primeiros nativos da região de Sergipe.
A 3ª etapa è encontrado as pinturas rupetres ou artes rupestres, pinturas que representam o cotidiano dos nativos que habitavam na região, registrando a forma de caça e registro de lutas.
A 4ª etapa foi apresentada a forma de cerâmica utilisada para colocar água e para realisar os rituais funerários.
A 5ª etapa a importância do rio para o desvolvimento da agricultura e da caça e pesca. Atividades estas desenvolvidas para a alimentação a agricultura era geralmente a melher que realisava enquanto o homem cacava e pescava.
Na 6ª etapa foi apresentanto uma das práticas mais importantes dos nativos aqui de sergipe que eram as práticas funerárias, onde pode-se observar as formas em que eram realisados os rituais confurme os custumes culturais destas sociedades.
A última etapa é a exposição sobre a cidade de Piranhas. A Histórica cidade de Piranhas, fundada no século XVIII, e banhada pelo rio São Francisco, apresenta grande beleza natural. Em um riacho, que hoje é chamado, das Piranhas, um caboclo pescou uma grande piranha, preparou e salgou o peixe, levando-o pra casa. Chegando lá notou que esquecera do cutelo; voltou-se para o filho, dizendo-lhe com ênfase: Vá ao Porto da Piranha e traga o meu cutelo. Este fato foi sendo transmitido de geração a geração, e, segundo consta, denominou o lugar, que cresceu próximo ao riacho, através de um porto fluvial. Suas estreitas ruas são o caminho para uma visita aos casarões coloniais. A 315 km de Maceió, situada na microrregião do Sertão alagoano, Piranhas faz limites com os municípios Olho D’Água do Casado, Pão de Açúcar, São José da Tapera, Inhapi e Rio São Francisco. Encontra-se a 47 metros acima do nível do mar. Possui uma área de 409,1 km2, seu clima é temperado, variando de 39° a 20° graus. A cidade é banhada pelo Rio São Francisco, Rio Boa Vista ou Piranhas, Rio Urucu e Rio Capiá. Sua vegetação é a caatinga, apresentando plantas rasteiras, arbustivas e cactáceas. Sua população, segundo dados do IBGE (2000), é de 19.652 habitantes e sua economia esta baseada na Pesca, pecuária extensiva e agricultura. Expressões folclóricas reforçam a riqueza cultural de Piranhas e do Distrito de Entremontes. O artesanato apresenta peças em couro, madeira, palha, tecelagem, tapeçaria e cerâmica. Os bordados confeccionados em vários municípios da região são uma importante fonte de renda para a população. O conjunto arquitetônico de Piranhas é um dos mais expressivos exemplos do patrimônio histórico edificado na região. Na Estação Ferroviária de Piranhas funciona o Museu do Sertão, com muitas peças referentes ao Ciclo do Cangaço. O Sítio histórico onde está situada a sede municipal é um atrativo turístico, com seu casario colonial, disposto irregularmente ao longo do relevo ondulado, por onde se formam as ladeiras, calçadas com pedras portuguesas.











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