segunda-feira, 25 de abril de 2011

Visita Técnica - TEJUPEBA -Itaporanga

A visita Técnica à Tejupeba se dá início às 8h da manhã, visita está realizada como atividade prática da disciplina Temas de História de Sergipe I, que é ministrada pelo Profº.Dr. Antônio Lindivaldo, que contou com a presença de 40 alunos.



A princípio participamos da dinâmica organizada pelo grupo, que foi um caça ao tesouro, que dividiu o pessoal em dua equipes, onde deviam observar os detalhes apresentado no local e depois diante de todos destacar as observações que chamaram atenção. E assim primiero uma equipe ficava no colégio e a outra na igreja e depois invertia, e tevemos a contribuição também da apresentação dos grupos de patrimônio cultural, que falaram sobre o tombamento e a legislação sob os bens culturais.
E agora vamos conhecer um pouquinho desta história que envolve a igreja e o colégio, e a atuação dos jesuítas e os donos de engenhos.

Conhecendo um pouco da história:

A Fazenda Colégio, está localizada no município de Itaporanga D’Ajuda, e que dista cerca de 40 km da capital sergipana. A fazenda foi doada aos jesuítas como sesmaria em 1792, e, no local, foi erguido um conjunto arquitetônico, formado por uma igreja e um colégio, que figuram como marcos do período colonial em Sergipe.
A igreja de Nossa Senhora de Lourdes, servia como referencial cristã, e fora construída no modelo arquitetônico do que havia de melhor na época, o colégio tinha como destino atender preocupações terrenas. Seu funcionamento estava voltado à garantia da educação dos filhos da elite de um Sergipe que vivia o período colonial.
Mas em meados do século XVIII, Sebastião de Carvalho e Melo, o marquês de Pombal, implantava medidas que causaram alvoroço na Europa e transtornos também no meio religioso. Assim, os jesuítas são expulsos de Portugal e das colônias desse país, com as terras e outros patrimônios adquiridos pelos religiosos - também em Sergipe - sendo transferidos a terceiros, através de leilões.
Os registros históricos dão conta que, após a expulsão dos jesuítas, e através dos anos, famílias sergipanas de renome– como Dias, Coelho e Melo e Mandarinos – se sucederam como proprietárias da fazenda colégio. Em 1943 o local foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que intencionava com isso colocar esse patrimônio sob a guarda do Estado, para que o mesmo pudesse ser conservado e protegido, enquanto bem de interesse público - e possuidor de inestimável valor histórico, artístico, arqueológico, etnográfico, paisagístico e bibliográfico.
Foi perceptivel o descaso e abandono dado a Igreja e ao Colégio, onde é um bem tombado, mas sua preservação e prteção não se deu com presteza e eficiência legal, nem teve uma participação vonlutária da sociedade envolvida ao seu redor, que de um valor de utilidade e preservação do bem, pode ser testemunhado por qualquer um que se disponha a visitar o local. A fachada imponente do exterior da igreja deixa de revelar o estado real do prédio. Ao adentrar em seu interior, o visitante é recepcionado por uma revoada de morcegos; em seguida, constatará que não há mais nenhum dos bancos, e que o altar desabou há tempos. Uma inspeção corajosa a outros cômodos da igreja levará o visitante ao estado de revolta, por constatar que todo o espaço se transformou num depósito para se guardar implementos agrícolas carcomidos pelo tempo, móveis velhos e todo tipo de material há muito transformado em sucata. E no fundo é possivél se encontar alguns tumulos de pessoas importantes e donos da fazenda.
Por sua vez, o prédio que abrigava o colégio dos jesuítas, e que no passado deve ter dado importante contribuição para o processo educacional em nosso estado, se encontra em estado tão deplorável quanto a igreja. O andar térreo do prédio - onde no passado funcionou a escola jesuítica – foi transformado num galpão para se guardar insumos, fertilizantes e outros produtos químicos usados na lavoura (esses produtos químicos exalam um mal cheiro tão forte, que impedem as pessoas não só de ficarem ali por mais tempo, mas as fazem supor que eles contribuem ainda mais para o processo de deterioração do antigo colégio). O primeiro andar do prédio, apesar de inteiramente vazio, se encontra num estado tão deplorável que, ao se caminhar por entre o piso de madeira, a sensação que se tem é que a pessoa afundará junto com ele na próxima passada.
Portanto é um bem tombado não representa que ele será preservado é preciso a valorização do patrimônio como sendo bem de responsabilidade social, onde possa propagar o conhecimento as gerações futuras. Enquanto Sergipe continuar tratando seu patrimônio com o mesmo desrespeito que tem sido reservado a Tejupeba, o Sergipano continuará a percorrer museus e universidades de outros estados, em busca de conhecer sua própria história.

Ramificações - Gaspar Lourenço

GASPAR LOURENÇO ============ANCHIETA - (lingua tupi)
                                       ============LEONARDO NUNES
         I                          ============TOLOZA E LUÌS DE GRÃ
         I
19 de março de 1535                                   I
14 anos entra na Companhia                         I
Influências do século 16 e17                         I
Possuia um diferencial                         Teia Social
Era diferente e afamado em línguas                I
                                                                    I
                                                              Missões -------> Espírito Santo , Bahia( Aldeia de São João)
                                                                           ------>Serpgipe - 1575 (Santo Antônio)
                                                                           -------> Chega ao Brasil em 1550
                                                                           --------> São Vicente aprendeu a língua tupi

                                                        Teia Simbólica
-------> Nossa Senhora ------->Porta-voz ----->Missa--->Companhia de Jesus ----->Catequese dos índios -----> Pecado ---> Inferno ------> Demônio ------> Fé ------> Reforma Religiosa -------> Concílio de Trento --------> Igreja de Cristo no novo Mundo -------> Aprender novos conceitos .






domingo, 10 de abril de 2011

VISITA VIRTUAL AO MUSEU ARQUEOLÓGICO DE XINGÓ - MAX

A visita virtual começa com um apresentação geral sobre a estrutura que é apresentada pela diretora do Museu, onde relata as várias partes que se divide o mesmo e mostra a sua estrutura e arquitetura moderna. Foi exposta esta visita no dia 04 de abril pelo Prof. Dr. Antônio Lindivaldo Souza, na disiplina de História de Sergipe I. Toda a visita foi dividida em 7 etapas as quais conheceremos apartir de agora.
A 1ª etapa começa com a escavação, onde podemos ver os euipamentos utilisados para a recuperação de vestigios contidos no solo, e a forma que eles são encontrados, através de camadas que representa um determinado periodo.


A 2ª etapa pode-se ver as localizações dos sitios arqueológicos e os mapas, mostrando a localização dos primeiros nativos da região de Sergipe.



A 3ª etapa è encontrado as pinturas rupetres ou artes rupestres, pinturas que representam o cotidiano dos nativos que habitavam na região, registrando a forma de caça e registro de lutas.



A 4ª etapa foi apresentada a forma de cerâmica utilisada para colocar água e para realisar os rituais funerários.



A 5ª etapa a importância do rio para o desvolvimento da agricultura e da caça e pesca. Atividades estas desenvolvidas para a alimentação a agricultura era geralmente a melher que realisava enquanto o homem cacava e pescava.






Na 6ª etapa foi apresentanto uma das práticas mais importantes dos nativos aqui de sergipe que eram as práticas funerárias, onde pode-se observar as formas em que eram realisados os rituais confurme os custumes culturais destas sociedades.


A última etapa é a exposição sobre a cidade de Piranhas. A Histórica cidade de Piranhas, fundada no século XVIII, e banhada pelo rio São Francisco, apresenta grande beleza natural. Em um riacho, que hoje é chamado, das Piranhas, um caboclo pescou uma grande piranha, preparou e salgou o peixe, levando-o pra casa. Chegando lá notou que esquecera do cutelo; voltou-se para o filho, dizendo-lhe com ênfase: Vá ao Porto da Piranha e traga o meu cutelo. Este fato foi sendo transmitido de geração a geração, e, segundo consta, denominou o lugar, que cresceu próximo ao riacho, através de um porto fluvial. Suas estreitas ruas são o caminho para uma visita aos casarões coloniais. A 315 km de Maceió, situada na microrregião do Sertão alagoano, Piranhas faz limites com os municípios Olho D’Água do Casado, Pão de Açúcar, São José da Tapera, Inhapi e Rio São Francisco. Encontra-se a 47 metros acima do nível do mar. Possui uma área de 409,1 km2, seu clima é temperado, variando de 39° a 20° graus. A cidade é banhada pelo Rio São Francisco, Rio Boa Vista ou Piranhas, Rio Urucu e Rio Capiá. Sua vegetação é a caatinga, apresentando plantas rasteiras, arbustivas e cactáceas. Sua população, segundo dados do IBGE (2000), é de 19.652 habitantes e sua economia esta baseada na Pesca, pecuária extensiva e agricultura. Expressões folclóricas reforçam a riqueza cultural de Piranhas e do Distrito de Entremontes. O artesanato apresenta peças em couro, madeira, palha, tecelagem, tapeçaria e cerâmica. Os bordados confeccionados em vários municípios da região são uma importante fonte de renda para a população. O conjunto arquitetônico de Piranhas é um dos mais expressivos exemplos do patrimônio histórico edificado na região. Na Estação Ferroviária de Piranhas funciona o Museu do Sertão, com muitas peças referentes ao Ciclo do Cangaço. O Sítio histórico onde está situada a sede municipal é um atrativo turístico, com seu casario colonial, disposto irregularmente ao longo do relevo ondulado, por onde se formam as ladeiras, calçadas com pedras portuguesas.



Visita Técnica ao Instituto Histórico e Geográfico

A visita técnica foi realizada no dia 02 de abril, com 35 estudantes do curso de história da faculdade UFS, atividade realizada para a displina do Prof. Dr. Antônio Lindivaldo Souza.
A primeira etapa da visita se deu através da apresentação de forma geral pelo atual presidente do Instituto , Samuel Albuquerque Júnior, já na segunda etapa conhecemos a sala de leitura e pesquisas, e foi apresentado também os equipamentos pra a pesquisa, e observamos a sala do presidente. Na terceira etapa visitamos a Pinatoteca, explanando o grande acervo de pinturas que o Instituto possui, na quarta etapa conhecemos o Museu , cujo através de objetos relembra momentos marcantes da história. e na última sessão foi realizada no auditório , com a apresentação do site e da revista.
A apresentação se deu contando um pouco da história de fundação do Instituto. O Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, carinhosamente referido por alguns dos seus sócios como "A Casa de Sergipe", foi criado em 06.08.1912, como uma associação civil sem fins lucrativos, no sentido de zelar pela memória do Estado, coletando documentos, discutindo problemas culturais e produzindo saber através de sua Revista publicada desde 1913. Inicialmente, seus membros se reuniam no salão do antigo Tribunal de Relação. Depois, estiveram em outros locais até quando foi construída sua sede inaugurada em abril de 1939.
  Nesta casa estão instalados a biblioteca, a pinacoteca, o museu e o arquivo, todos voltados para a preservação, estudo e divulgação da cultura sergipana. Ao entrar no Insituto pode-se ver a sala dos ex-presidentes, em um total de 22 presidentes. O Instituto é uma entidade privada, mas não é uma instituição do estado.
Após a sla podemos ver a sala de leitura e pequisa Epifánio Dória, uma sala que possui marcas da história devido a mobilia.
Um curiosidade é que o Insituto diferentes dos outros foi construido de modo tardio em comparação com os outros já existentes, foi criado na república.
Na pinatoteca observa-se a grande riqueza em pinturas importantes e de prestígio, e um dos mais responsável por isso foi Epifánio Dória que foi em busca de vários destes acervos.
O Museu possui uma caracteristica ímpar , devedo possuir objetos que marcas diferentes épocas da história, sendo representados pelos objetos.
Assim com a visitação de cada cantinho que compõe o Instituto , por fim conhecemos o auditório , onde conhecemos a fonte que é o site e a revista que uma marca importante para a história sergipana.


                                                          BIBLIOTECA

MUSEU





PINATOTECA




INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SERGIPE



SALA DOS EX-PRESIDENTES



                                                                  AUDITÓRIO



                                                              BRASÃO E PLACA


                                                             








Transcrição do Documento

De: Manoel Fernandes da Silveira - São Cristovão


Para: Soldados de 1ª linha - Povoação de Estância                 Gov. exp. interno


Em 03 de maio de 1824


                                                                     Proclamação

Soldados de 1ª linha! A Glória que tenheis perdido,
degenerado-vos de caracter Brasileiro, acha-se felizmente
recuperado. O Vosso Presidente, muito se apraiz ao vêr, que
vos conduzires , com Soldados, defensores do imperador; e da
pátria. e os vossos Concidadãos se congratulão dos vosso no-
sso comportamento. Garantir os Direitos da Sociedade, à q
pertence-lhe o primeiro dever de todo o Soldado, maiormente
do Soldado Brasileiro. Isto o q vos cumpre, e o, q recomen-
da o Nosso Augusto Imperador: Defensor Perpetuo. Sol-
dados Brasileiros!; Sua felicidade não será para vos ou-
tros restituirvos à Capital da Provincia entre applausos
e vivas os mais significativos? Se descarte, que se cos-
tuma distinguir a virtude do vicio, que, ainda agora
apoderado dos ex- Comandantes, q vos despotizavão, prin-
cipuã a retribuir-lhes a excesso de suas malfeitorias nos
detrimentos do Axilo dos Crimes . Soldados! A Vossa
conducta passada, não mais vos lembre; e, se , suce-
der, que tenhais de encarala, seja somente para com-
parar-des com a presente; e enlevados nas delicias da
Paz, a tranquilidade, que se vos acarca, gritardes
enthusiasmados. Viva a Religião. Viva o nosso Im-
perador Constitucional, Perpetuo Defensor do
Imperio do Brasil. Viva a Independencia Perpetua do Brasil.
Viva o sistema Constitucional. Vivão oa Brasileiros.

Povoação da Estª.3 de maio de 1824. 3º Independencia ,
e do Imperio.




                            Manoel Fernandes da Silveira






Visita Arquivo Judiciário



Documento sendo restaurado


Restaurando

Acervo

Estrutura fisíca

Pesquisas

VISITA TÉCNICA AO ARQUIVO JUDICIÁRIO DE SERGIPE

No dia 28 de março do ano de 2011, às 8:25h, aconteceu a visita técnica no Arquivo Judiciário de Sergipe, com 38 estudantes do curso de história, a visita faz parte da atividade da disciplina História de Sergipe I, ministrada pelo Prof. Dr. Antônio Lindivaldo Souza.
A visita começou com a apresentação histórica do arquivo, através da Profª. Eugênia , que levandou questões sobre o que é esperado do curso por nós e colocando que a história é a visão do presente com base no passado, e a importância de ser historiador nos dias atuais,  também o papel assumido pelo pesquisador que vêm sofrendo modificações , como antes os documentos eram trascritos e hoje são digitalizados.
E sobre a sua história que começa desde o ano de 1984 marcou o início do Arquivo Judiciário. Sua estrutura orgânica foi criada pela Lei Nº 3098, de 09 de dezembro de 1991, ratificando as finalidades de recolher, selecionar, classificar, preservar e gerenciar o patrimônio documental do Poder Judiciário de Sergipe, e começa a luta para se formar uma sede.
Em 2005 foi inaugurada a atual sede, de acordo com os padrões exigidos pela arquivologia contemporânea, numa demonstração de reconhecimento da importância do patrimônio documental que salvaguarda a memória sergipana, hoje pesquisada cientificamente e para comprovação de direitos, e o arquivo também serve como base para o poder judiciário sergipano.
Algumas curiosidades sobre o arquivo , possui hoje um acrevo de 94 mil caixas , cujas possuem uma riqueza imensa sobre a população sergipana , o documento mais antigo é do século 17, de 1655.
No segundo momento fisemos uma visita prática conhecendo os laboratórios, de digitalização, impressão, de recuperação, os acervos, como é feita a conservação e o restauro.
E por fim concluimos a visita com a ampliação do conhecimentos sobre a arquivologia como fonte histórica.